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domingo, 3 de setembro de 2017

Mamães de Bebês Laringomalácios

Lindo texto feito pela minha querida amiga Sabrina, a super mamãe da Luiza.
Vivendo com Laringomalacia

Mamães de bebês Laringomalácios... O que posso dizer dessa experiência?

Nossa, no começo é assustador. A gente se sente perdida, culpada e muito, muito preocupada! São tantas consultas e tantos profissionais que passamos até descobrir o problema. Algumas dão sorte e descobrem logo. Aí  você pensa: "Pronto agora podemos ficar tranquilos. Já sabemos o que o bebê tem". Mas não é bem assim. É  no dia do diagnóstico é que começa a luta de verdade. 

Só uma mãe de bebê Laringomalácio sabe o que é ficar 24 horas do lado do bebê cuidando da respiração. Sabe o que é ficar com o coração apertado antes da consulta com o pediatra na expectativa do bebê não perder peso. Ficar angustiada a cada consulta com o otorrino, ficar apreensiva quando o bebê precisa fazer a nasofibrolaringoscopia. Uma mãe de bebê Laringomalácio sabe a dor da primeira internação, da cirurgia.

Só uma mãe de bebê Laringomalácio sabe o que é levar o filho pro hospital roxinho e não saber se vai tê-lo de volta. Só  uma mãe de bebê Laringomalácio sabe o significado de estridor, cianótico, regurgitar entre outras palavrinhas difíceis. 

Só uma mãe de bebê Laringomalácio sabe o que é viver 24 horas por dia preocupada, não conseguir descansar e mesmo assim ser a pessoa mais feliz do mundo! Porque ser mãe de um bebê Laringomalácio, apesar da difícil batalha, é um presente! É uma experiência incrível e só pessoas fortes são escolhidas pra essa missão. 

Nossos bebês são guerreirinhos desde cedo. Sofrem tanto, nos dói tanto vê-los assim... Mas Deus nos escolheu pra essa missão porque sabia que não iriamos abandoná-los jamais! E o que nos conforta é saber que tudo passa.

Sah Back Santiago Eduardo & Luiza 💜


Vivendo com Laringomalacia

Todo conteúdo que disponibilizamos é meramente informativo. O diagnóstico e a condução do tratamento só devem ser feitos pelo seu médico. Textos e comentários não substituem a consulta médica. Cada caso é um caso e requer atenção médica individualizada. Se você acha que o bebê está com problemas para respirar, chame o SAMU ou procure o pronto atendimento.

Publicado em 03/09/2017
 Revisado em 19/02/2019

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