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sábado, 9 de setembro de 2017

A minha felicidade depende da sua 👭👫

Essa semana a primeira abelhinha Helen saiu das telas e ganhou vida aqui em casa. 90% vontade e 10% habilidade. Foi um momento mágico ver o Dudu com ela nas mãos. Um filme passou na minha cabeça. 

Vivendo com Laringomalacia


Desde que comecei esse projeto, quase todos os dias eu encontro alguém está começando no universo da laringomalácia. Alguém que está perdido, preocupado, confuso e assustado. 

Quase todos os dias eu vejo relatos de pessoas que dormem agarradas nos seus bebês, que se sentem mal com os outros perguntando o tempo todo o que tem de errado com eles, que estão tristes e que sentem medo.

São pais que amam muito os seus filhos e estão dispostos a tudo para vê-los cada dia melhor. Pais que, apesar de estarem se adaptando a tudo isso, são generosos, compartilham suas experiências e dão seu apoio aos outros pais. Pais que são pessoas incríveis! Quase todos os dias são eles que me inspiraram a querer mais e ser cada vez melhor.

Vivendo com Laringomalacia


A única palavra que vem na minha mente quando eu penso em tudo que estamos vivendo juntos é obrigada: muito obrigada por fazerem parte das nossas vidas. 

Eu garanto a todos vocês que, assim como a abelhinha Helen, tudo isso é real. Eu acredito em 100% do que eu falo em cada depoimento, post, mensagem, áudio e comentário. Eu realmente amo tudo sobre as nossas famílias e sobre nosso projeto. 


Vivendo com Laringomalacia


Independente do quão difícil possa parecer a sua jornada, ela será a nossa jornada e você não vai enfrentá-la sozinho. A dificuldade pode bater quantas vezes quiser na porta - ela sempre encontrará muito amor e dedicação para lidar com tudo que for preciso. 

Estamos aqui com você: de corpo, alma, abelhinha e coração. A minha felicidade depende da sua. Você não está sozinho! 💕💕

Vivendo com Laringomalacia

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Publicado em 09/09/2017
Revisado em 22/05/2020

domingo, 3 de setembro de 2017

Mamães de bebês laringomalácios - by Sah 💕

Lindo texto feito pela minha querida amiga Sabrina: a super mamãe da Luiza ❤

Vivendo com Laringomalacia

Mamães de bebês laringomalácios... O que posso dizer dessa experiência?

Nossa, no começo é assustador. A gente se sente perdida, culpada e muito, muito preocupada! São tantas consultas e tantos profissionais que passamos até descobrir o problema. Algumas dão sorte e descobrem logo. Aí  você pensa: "Pronto agora podemos ficar tranquilos. Já sabemos o que o bebê tem". Mas não é bem assim. É  no dia do diagnóstico é que começa a luta de verdade. 


Só uma mãe de bebê laringomalácio sabe o que é ficar 24 horas do lado do bebê cuidando da respiração. Sabe o que é ficar com o coração apertado antes da consulta com o pediatra na expectativa do bebê não perder peso. Ficar angustiada a cada consulta com o otorrino, ficar apreensiva quando o bebê precisa fazer a fibronasoscopia. Uma mãe de bebê laringomalácio sabe a dor da primeira internação, da cirurgia.

Só uma mãe de bebê laringomalácio sabe o que é levar o filho pro hospital roxinho e não saber se vai tê-lo de volta. Só  uma mãe de bebê laringomalácio sabe o significado de estridor, cianótico, regurgitar entre outras palavrinhas difíceis. 

Só uma mãe de bebê laringomalácio sabe o que é viver 24 horas por dia preocupada, não conseguir descansar e mesmo assim ser a pessoa mais feliz do mundo! Porque ser mãe de um bebê laringomalácio, apesar da difícil batalha, é um presente! É uma experiência incrível e só pessoas fortes são escolhidas pra essa missão. 


Nossos bebês são guerreirinhos desde cedo. Sofrem tanto, nos dói tanto vê-los assim... Mas Deus nos escolheu pra essa missão porque sabia que não iriamos abandoná-los jamais! E o que nos conforta é saber que tudo passa.
Sah Back Santiago Eduardo & Luiza 💜




Vivendo com Laringomalacia

ATENÇÃO
Todo conteúdo que disponibilizamos é meramente informativo. O diagnóstico e a condução do tratamento só devem ser feitos pelo seu médico!!! Textos e comentários NÃO SUBSTITUEM a consulta médica. Se você acha que o bebê está com problemas para respirar, chame a SAMU ou procure o pronto atendimento!
Publicado em 03/09/2017
 Revisado em 19/02/2019